ELEIÇÕES 2026| O LADO OCULTO DO PLANO DA EXTREMA-DIREITA→O BANQUETE DO CAPITAL SOBRE O CALVÁRIO DOS MISERABILIZADOS

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DA REDAÇÃO DO PORTAL GPN

O Brasil caminha a passos largos para um modelo de Estado que ignora a sua própria essência: a de um país marcado por um anacronismo social profundo e vergonhoso. A onda privatista, impulsionada por setores da extrema-direita e pelo mercado financeiro da Faria Lima, apresenta-se como “modernização”, mas para o Brasil real — o dos invisíveis e esquecidos — ela soa como uma sentença de exclusão definitiva. De um lado, um candidato – seja qual for, mais certo o governador de SP, Tarcisio – e de outro o candidato que todos conhecem (Luis Inácio Lula da Silva) o qual criou um novo Brasil para os brasileiros, com justiça social e oportunidades iguais para todos. Um representa o espectro da extrema-direita, da direita anti-democrática e de segmentos da riqueza do Brasil. O outro, representa os invisíveis, empobrecidos, largados à sorte e escondidos das manchetes de jornal que preferem falar do mercado e não da carestia.

Onde já se viu a extrema-direita e setores anti-democráticos da direita ignorarem que 80% da nossa população depende visceralmente do Governo para dar um passo em direção à sobrevivência? Sem o SUS, sem a escola pública, sem o fomento à cultura, ao lazer e ao esporte gratuito, o que resta para a maioria dos brasileiros é o desamparo absoluto. O modelo privatista é desastroso para quem não tem voz, mas um “alto negócio” para o capital financeiro que não está nem aí para a pobreza.

1. O ESTADO COMO ÚLTIMA TRINCHEIRA DA SOBREVIVÊNCIA

Para milhões de brasileiros, o serviço público não é uma opção, é a única fronteira entre a vida e a morte, entre o conhecimento e a ignorância.

  • Saúde e Educação: Quando se privatiza uma empresa de saneamento ou se reduz o investimento direto em hospitais e escolas para favorecer OSs e parcerias privadas, o lucro passa a ser a métrica, e não o atendimento humano.
  • Cultura, Lazer e Esporte: Onde o Estado se retira, o mercado só entra se houver rentabilidade. Isso condena a juventude das periferias de Marília e de todo o país ao ostracismo. Sem áreas de lazer e esporte gratuitas, o crime e a desilusão ocupam o vácuo deixado pela desídia pública.

2. A SOBERBA DO CAPITAL FINANCEIRO

O capital financeiro enxerga o Brasil como um grande balcão de negócios. Para os barões do lucro, empresas públicas de água, energia e infraestrutura são apenas ativos que devem gerar dividendos para acionistas, muitas vezes residentes fora do país.

  • Miserabilizados e Invisíveis: No xadrez do PIB, o cidadão que depende do Bolsa Família e do transporte público eficiente é tratado como um “custo” a ser cortado.
  • O Lucro do Desmonte: A privatização em um país desigual como o nosso é um instrumento de transferência de riqueza do povo para a elite. O dinheiro que deveria ser reinvestido no social acaba pagando juros e lucros para quem já acumula imóveis e privilégios.

3. A REPRESSÃO AOS DIREITOS SOCIAIS

A política não dá voltas, ela capota sobre os mais fracos. O projeto de Estado mínimo defendido por figuras que aspiram ao poder em Brasília e nos estados mira exatamente no sucateamento do serviço público para justificar a sua entrega ao setor privado.

É um ciclo vicioso de anacronismo: nega-se o investimento, provoca-se o caos no atendimento e, em seguida, vende-se a “solução privatista” como milagre. O resultado? Tarifas mais altas, serviços excludentes e um povo cada vez mais refém da sorte.

O Brasil não é uma empresa; é uma nação que deve cuidar, prioritariamente, de quem nada tem.

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