Ilustração: Politize
Contexto geral
O caso envolve suspeitas de prática de “rachadinha” — quando assessores devolvem parte dos salários — no gabinete do vereador Lincoln Fernandes, na Câmara de Ribeirão Preto.
Início das denúncias
(Data anterior não especificada publicamente)
- Surgem denúncias de que assessores do gabinete estariam sendo pressionados a devolver parte dos salários.
- As acusações chegam à Câmara e motivam pedidos de investigação.
Abertura de investigação
(Sem data exata divulgada, antes de março de 2026)
- A Câmara aprova a abertura de uma comissão processante.
- O objetivo é apurar possível quebra de decoro parlamentar.
- O processo pode resultar em punições, incluindo cassação do mandato.
Fase de instrução
Março de 2026
- Começa a coleta de provas e depoimentos.
- Ex-assessores e pessoas ligadas ao gabinete são convocados a depor.
Oitiva de testemunhas
31 de março de 2026
- A comissão ouve testemunhas pela primeira vez.
- Depoimentos apresentam contradições importantes:
- Parte dos ex-assessores relata devolução de salários.
- Outros negam qualquer irregularidade.
Defesa do vereador
Durante a fase de depoimentos
- A defesa de Lincoln Fernandes nega as acusações.
- Advogados alegam ausência de provas e destacam inconsistências nos relatos.
Próximos passos
Abril de 2026 (previsto)
- Continuidade das oitivas de testemunhas.
- Possível inclusão de novos elementos probatórios.
- Elaboração do relatório final da comissão.
Etapa final
(Sem data definida)
- O relatório será votado em plenário da Câmara.
- Possíveis desfechos:
- Arquivamento do caso
- Aplicação de sanções
- Cassação do mandato
Importância do caso
- O processo ocorre em meio a um momento de instabilidade política na Câmara local.
- O desfecho pode impactar diretamente a composição e o equilíbrio de forças no Legislativo municipal.


