E EXIGE RECONSTRUÇÃO DA SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL!
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Da Redação do Portal GPN
PROTOCOLO DE LIDERANÇA: Discurso de Lula no G7 repercute mundialmente e isola o extremismo
O cenário geopolítico global curvou-se, mais uma vez, diante da liderança incontestável e do prestígio internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um pronunciamento cirúrgico e aclamado durante a Reunião Ampliada do G7, que debateu o tema central “Firmar novas parcerias e reconstruir a solidariedade internacional”, Lula consolidou a posição do Brasil como o grande porta-voz do Sul Global e o principal mediador das grandes crises da atualidade.
VOZ DO POVO: Discurso histórico de Lula em painel do G7 põe a justiça social no centro das atenções do planeta
Com coragem política e clareza de estadista, o chefe do Executivo brasileiro cobrou das potências financeiras mundiais um compromisso real com a justiça social, o combate à fome e a urgente reforma da governança global, provando que o Brasil não aceita mais papéis secundários no tabuleiro do poder.
DIPLOMACIA DA ESPERANÇA: Leia adiante o pronunciamento completo onde Lula cobra reforma urgente da ONU e do mercado financeiro
O Portal GPN destaca o impacto altamente positivo do discurso, que ecoou nos principais centros diplomáticos do planeta. Lula foi enfático ao defender que os desafios climáticos e as tensões geopolíticas contemporâneas só serão superados por meio de uma cooperação internacional inclusiva, que deixe de lado o protecionismo e priorize o desenvolvimento sustentável das nações emergentes. Sua fala demonstrou que o multilateralismo e a busca incessante pela paz e pela redução das desigualdades são os únicos caminhos viáveis para evitar a fragmentação do mundo. É a diplomacia da altivez e da esperança devolvendo o orgulho e o respeito à imagem do Brasil no exterior.
Abaixo, a Redação reproduz na íntegra o pronunciamento oficial do presidente Lula durante o encontro:
Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na Reunião Ampliada do G7 sobre o tema “Firmar novas parcerias e reconstruir a solidariedade internacional”
“Excelentíssimos Senhores Chefes de Estado e de Governo, Minhas senhoras e meus senhores,
Gostaria de começar agradecendo o convite para participar deste painel. O tema desta sessão toca no cerne do que o Brasil tem defendido em todos os fóruns internacionais, especialmente agora, na presidência do G20: a necessidade inadiável de reconstruirmos a solidariedade internacional sobre bases novas, mais justas e mais inclusivas.
Não haverá estabilidade política ou crescimento económico duradouro enquanto persistirem as abismais desigualdades que dividem a humanidade. O mundo não pode continuar a gastar triliões de dólares em guerras e conflitos armados enquanto milhões de seres humanos ainda sofrem com o flagelo da fome, da pobreza extrema e da falta de perspetivas.
A governança global, desenhada no século passado, já não reflete as realidades e as urgências do século XXI. Precisamos de instituições multilaterais fortes, legítimas e representativas, onde o Sul Global tenha voz e voto efetivos. A reforma das instituições financeiras internacionais e do Conselho de Segurança da ONU não é um capricho diplomático, mas um imperativo para a própria sobrevivência do multilateralismo.
Senhores e Senhoras,
O Brasil assumiu o compromisso histórico de liderar uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Queremos somar esforços, compartilhar tecnologias sociais que deram certo no nosso país e garantir que o direito básico à alimentação seja respeitado em todos os cantos do planeta. Da mesma forma, a transição energética e o combate às alterações climáticas exigem uma responsabilidade partilhada, mas diferenciada. As nações em desenvolvimento precisam de financiamento adequado e transferência de tecnologia para cumprir as suas metas ambientais sem sacrificar o crescimento económico e a inclusão social.
Firmar novas parcerias significa olhar o outro como igual. Significa substituir a lógica da exclusão e do protecionismo pela lógica da cooperação e do desenvolvimento mútuo. O Brasil está pronto para continuar a construir pontes, dialogar com todas as forças e trabalhar incansavelmente por um mundo onde a paz, a democracia e a justiça social deixem de ser promessas abstratas e passem a ser uma realidade concreta para todos os povos.
Muito obrigado.”


