Negacionista do clima, governo da serra elétrica derruba árvores enquanto gente séria tenta salvar planeta

Compartilhe:

Enquanto cidadãos sérios e comprometidos buscam cuidar do meio ambiente, a contradição em Marília salta aos olhos. A própria secretaria que deveria zelar pelas árvores se tornou protagonista de podas radicais e autorizações de devastação. É o retrato de uma administração que se diz preocupada com eventos climáticos, mas age como se fosse inimiga da ecologia.

O governo da serra elétrica

  • Podas radicais: Árvores saudáveis são mutiladas sem critério técnico, comprometendo sombra, biodiversidade e qualidade do ar.
  • Devastação autorizada: Projetos urbanos e interesses privados recebem aval para eliminar áreas verdes, sem compensação ambiental adequada.
  • Silêncio institucional: Câmara e prefeitura se calam diante da destruição, reforçando a sensação de abandono da pauta ecológica.

A negação do clima

Marília se apresenta como “cidade anti-clima”: enquanto o mundo discute adaptação e mitigação, a administração local insiste em práticas que fragilizam o ecossistema urbano. O discurso de plano de contingência soa vazio quando a prática cotidiana é a devastação. É o negacionismo climático travestido de gestão.

Patrimônio ambiental em risco

As árvores não são apenas ornamento urbano. Elas são infraestrutura natural, essenciais para reduzir calor, absorver poluentes e proteger contra enchentes. Ao tratá-las como obstáculos, a prefeitura compromete o futuro da cidade e a saúde de seus habitantes.

Reflexão crítica

Marília precisa escolher: continuar sendo governada pela lógica da serra elétrica ou assumir de fato uma política pública de sustentabilidade. O que se vê hoje é um projeto de cidade que despreza o meio ambiente e, por consequência, despreza sua própria população.

Outras Notícias

Domínio Global Consultoria Web