Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirma que estará ao lado de Donald Trump na final do Mundial. “Estamos sempre juntos”, declarou
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou nesta terça-feira (23/6) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará da cerimônia de premiação da final da Copa do Mundo de 2026 e entregará, ao lado dele, o troféu à seleção campeã do torneio.
A declaração foi dada durante entrevista à emissora Fox News e surge em meio a questionamentos sobre o grau de envolvimento público de Trump com o Mundial, que tem os Estados Unidos como principal anfitrião.
Ao ser questionado se os dois fariam a entrega da taça lado a lado, respondeu: “Claro, afinal, estamos sempre juntos”.
A final da Copa do Mundo está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, na região metropolitana de Nova York.
O perfil oficial do governo norte-americano na rede social X compartilhou um trecho da entrevista de Infantino e acrescentou um emoji de olhos arregalados à publicação.
Ausência na estreia chamou a atenção
A ausência gerou especulações sobre uma possível distância do republicano em relação ao torneio ou mesmo receio de enfrentar reações negativas do público. Dias antes, Trump havia sido vaiado durante uma partida das finais da NBA, no Madison Square Garden, em Nova York.
Questionado sobre a ausência do presidente na estreia da seleção norte-americana, Andrew Giuliani, diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, atribuiu a decisão à agenda presidencial.
Giuliani também indicou que novas aparições do presidente durante o torneio eram possíveis. “Conhecendo Trump, espere o inesperado. Não me surpreenderia vê-lo cada vez mais envolvido ao longo do torneio”, acrescentou.
Copa sob o “DNA dos EUA”
Embora tenha mantido distância dos gramados até agora, Trump exerce forte influência sobre a organização do Mundial.
Apesar de o torneio ser dividido entre Estados Unidos, Canadá e México, cerca de 75% das partidas são disputadas em território norte-americano. Ao longo da preparação para a competição, a Fifa também adaptou parte de suas operações às regras de imigração e controle de fronteiras dos EUA.
Fonte: Metrópoles


