A frase de Samara Sapez, terapeuta cognitivista, “Ler não dá sono, dá sonhos…”, ecoa como um manifesto poético em defesa da imaginação e da leitura. Em tempos de distrações digitais e consumo rápido de informação, ela resgata o valor essencial do livro como portal para mundos possíveis — um convite à reflexão, à sensibilidade e à descoberta.
O poder transformador da leitura
Ler é um ato de resistência e de liberdade. Enquanto muitos associam o livro ao repouso, Samara o redefine como despertar: cada página lida é uma janela aberta para o sonho, para o conhecimento e para o autoconhecimento. A leitura não adormece — ela desperta.
Sonhos que constroem realidades
A frase sintetiza o papel da literatura na formação humana. Sonhar através da leitura é imaginar o que ainda não existe, é projetar futuros e compreender o presente. Em Marília, cidade de tradição literária e educacional, essa mensagem ganha força: ler é também um ato de cidadania e de transformação social.
A autora e sua visão
Samara Sapez traduz em poucas palavras o que muitos sentem ao abrir um livro — o impulso de viajar sem sair do lugar. Sua frase tornou-se símbolo de campanhas de incentivo à leitura e reflete uma visão humanista: o conhecimento como fonte de sonho e esperança.
“Ler não dá sono, dá sonhos…” é mais do que uma frase bonita — é um lembrete de que o livro continua sendo o instrumento mais poderoso para despertar consciências e construir futuros. Em cada leitor que sonha, há um mundo que se renova.
Marco Aurélio Zaparolli, jornalista, comunicador, CEO do Grupo Portal de Noticias, Publisher do Portal GPN, Jornal All News e Revista Noticia Digital. Sobretudo, Observador do Mundo e Diplomata da Transformação Humana.


