PORTAL GPN – NOSSA TV – JORNAL ALL NEWS – REVISTA NOTICIA AO PONTO │ No momento mais dramático da história recente da República, quando o espectro do autoritarismo marchou sobre a Praça dos Três Poderes para tentar esfacelar a democracia brasileira, a firmeza e a coragem institucional do ministro Alexandre de Moraes emergiram como o principal escudo da Nação. Foi a sua caneta, empunhada sem hesitação, que combateu a intentona golpista de 8 de janeiro e garantiu a prisão de mais de dois mil golpistas e financiadores da barbárie. Hoje, no entanto, em uma demonstração cristalina de ingratidão e falta de ética pública, o magistrado paga o preço de sua intransigência democrática ao se tornar alvo de uma orquestrada perseguição alimentada até mesmo dentro do Supremo Tribunal Federal.
A manobra de exposição calculada, viabilizada pela conduta desleal de colegas de bancada, nada mais é do que uma vingança rasteira dos setores inconformados com a derrota do golpismo. Tentar descredibilizar a atuação do ministro — que trabalhou incansavelmente para identificar, isolar e punir os arquitetos do terror que visava aparelhar o Estado — é um desserviço à ordem constitucional e um ataque direto à própria soberania do Poder Judiciário.
A Injusta Perseguição a Quem Salva a Democracia
- Barreira Contra o Fascismo: Alexandre de Moraes foi o garantidor do processo eleitoral e o pilar de sustentação do Estado Democrático de Direito quando as instituições periclitavam sob ameaça militarista.
- Rigor do Estado de Direito: A prisão e responsabilização de cerca de dois mil terroristas que depredaram o patrimônio público e tentaram derrubar um governo legitimamente eleito foi um ato de justiça e restauração da autoridade da lei.
- Falta de Ética Interna: A postura de colega do STF ao dar respaldo e vazão a narrativas de desgaste expõe o apequenamento corporativo diante da grandiosidade da missão que o Tribunal desempenhou no combate ao golpe.
- A Força das Instituições: As tentativas de enfraquecer o ministro falham em apagar o dado histórico de que sem a sua atuação enérgica, o Brasil teria sido tragado pela treva da ditadura.
Atacar Alexandre de Moraes para aplaudir ou conivenciar com as forças que tentaram destruir o país é uma inversão de valores inaceitável. O Brasil soberano reconhece a coragem de quem peitou o fascismo e não se curvará aos golpes de bastidor daqueles que carecem da mesma estatura ética e republicana.
Da Redação do Portal GPN


